"Da noite que me cobre,
Negra como um poço de um pólo ao outro,
Agradeço ao meu Deus
Pela minha alma invencível.
Nas garras cruéis da circunstância
Eu não vacilei e nem me ouviram chorar
Sob os duros golpes do acaso,
Minha cabeça sangra, mas permanece erguida
Além, deste lugar de rancor e lágrimas
Somente o horror das trevas se anuncia,
E, contudo a ameaça dos anos me encontra,
e sempre me encontrará sem temor.
Não importa quão estreito o portão,
Não importa quão repleto de castigos,
Sou o mestre do meu destino:
Sou o capitão da minha alma.”
[Wiliam Ernet Henley]
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Invictus!
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